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segunda-feira, 5 de março de 2012

Desvendando o Delphi for PHP – Curso




Curso de Delphi para PHP em forma de vídeo aula, com formato do arquivo em AVI, o curso é umas daquelas relíquias que não pode faltar em seu acervo.
O Delphi for PHP chegou para ficar e neste curso nos desvendamos todos os segredos desta poderosa ferramenta. Esse cursos mostra as principais nuances da linguagem como: declaração de variáveis, estruturas de decisão, estruturas de repetição e arrays.
Como se trata de uma nova linguagem no meio da comunida de Delphi, o curso mostra e enfatiza as diferenças entre as duas linguagem (Delphi e PHP) com o autor sempre fazendo analogias com a linguagem Delphi.



Tamanho: 160 MB
Idioma: Português
Formato: AVI
DOWNLOAD  DEPOSIT FILES






quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

O que é JSP


JSP é a abreviação de Java Server Pages, que em português seria algo como Páginas de
Servidor Java. É então, uma tecnologia orientada a criar páginas web com programação em
Java. Com JSP podemos criar aplicações web que se executam em vários servidores web, de
múltiplas plataformas, já que Java é em essência uma linguagem multiplataforma. As páginas
JSP estão compostas de código HTML/XML misturado com etiquetas especiais para programar
scripts de servidor em sintaxe Java. Portanto, poderemos escrever as JSP com nosso editor
HTML/XML habitual.
Motor JSP

O motor das páginas JSP está baseado nos servlets de Java -programas em Java destinados a
se executar no servidor-, embora o número de desenvolvedores que podem afrontar a
programação de JSP é muito maior, dado que é muito mais simples de aprender que os
servlets.
Em JSP criamos páginas de maneira parecida a como se criam em ASP ou PHP -outras duas
tecnologias de servidor. Geramos arquivos com extensão .jsp que incluem, dentro da estrutura
de etiquetas HTML, as sentenças Java a executar no servidor. Antes que os arquivos sejam
funcionais, o motor JSP realiza uma fase de tradução dessa página em um servlet,
implementado em um arquivo class (Byte codes de Java). Esta fase de tradução se realiza
habitualmente quando se recebe a primeira solicitação da página .jsp, embora exista a opção
de pré-compilar em código para evitar esse tempo de espera na primeira vez que um cliente
solicita a página.Pré-requisitos
Para aprender JSP, a parte de conhecer HTML, será necessário compreender e ter algo de
experiência na programação em Java, que é uma Linguagem de Programação Orientada a
Objetos por completo. Uma vez conhecida a programação em Java pode-se estudar por alto o
sistema de Servlets, o que nos dará uma melhor idéia do funcionamento interno do motor JSP.
Ademais, necessitaremos baixar e instalar Tomcat, o contêiner de servlets usado na referência
oficial de implementação de JSP. Podemos acessar a um exercício para aprender a realizar esta
instalação, disponível também na referência de aprendizagem da página de Java.

O que é PHP


PHP é o acrônimo de Hipertext Preprocesor. É uma linguagem de programação do lado do
servidor gratuito e independente de plataforma, rápido, com uma grande livraria de
funções e muita documentação.
Uma linguagem do lado do servidor é aquela que se executa no servidor web, justo antes
da página ser enviada através da Internet ao cliente. As páginas que se executam no servidor
podem realizar acessos a bases de dados, conexões em rede, e outras tarefas para criar a
página final que será vista pelo cliente. O cliente somente recebe uma página com o código
HTML resultante da execução da PHP. Como a página resultante contém unicamente código
HTML, é compatível com todos os navegadores.

Uma vez que já conhecemos o conceito de linguagem de programação de scripts do lado do
servidor podemos falar de PHP. PHP se escreve dentro do código HTML, o que o faz
realmente fácil de utilizar, assim como ocorre com o popular ASP de Microsoft, porém com
algumas vantagens como sua gratuidade, independência de plataforma, rapidez e segurança.
Qualquer pessoa pode baixar através da página principal de PHP www.php.net e de forma
gratuita, um módulo que faz com que nosso servidor web compreenda os scripts realizados
nesta linguagem. É independente de plataforma, visto que existe um módulo de PHP para
quase qualquer servidor web. Isto faz com que qualquer sistema possa ser compatível com a
linguagem e significa uma vantagem importante, já que permite levar o site desenvolvido em
PHP de um sistema a outro sem praticamente nenhum trabalho.
PHP, no caso de estar montado sobre um servidor Linux ou Unix, é mais rápido que ASP, dado que se executa em um único espaço de memória e isto evita as comunicações entre
componentes COM que se realizam entre todas as tecnologias implicadas em uma página ASP.
Por último assinalamos a segurança, neste ponto também é importante o fato de que em
muitas ocasiões PHP se encontra instalado sobre servidores Unix ou Linux, que são bastante
conhecidos como mais velozes e seguros que o sistema operativo onde se executa as ASP,
Windows NT ou 2000. Ademais, PHP permite configurar o servidor de modo que se permita ou
rejeita diferentes usos, o que pode fazer da linguagem mais ou menos segura dependendo das
necessidades de cada um.
Foi criado originalmente em 1994 por Rasmus Lerdorf, mas como PHP está desenvolvido em
política de código aberto, ao longo de sua história teve muitas contribuições de outros
desenvolvedores. Atualmente PHP se encontra em sua versão 4, que utiliza o motor Zend,
desenvolvido com maior meditação para cobrir as necessidades das aplicações web atuais.
Esta linguagem de programação está preparada para realizar muitos tipos de aplicações web
graças à extensa livraria de funções com a qual está dotada. A livraria de funções cobre desde
cálculos matemáticos complexos até tratamento de conexões de rede, podemos dar dois
exemplos.
Algumas das mais importantes capacidades de PHP são: compatibilidade com as bases de
dados mais comuns, como MySQL, mSQL, Oracle, Informix, e ODBC, por exemplo. Inclui
funções para o envio de correio eletrônico, upload de arquivos, criar dinamicamente no
servidor imagens no formato GIF, inclusive animadas e uma lista interminável de utilidades
adicionais.
Pode-se obter muito mais informações de PHP nos manuais de PHP que temos publicado em
criarweb. Manuais que atendem aos diversos níveis de cada programador:
• Programação em PHP : Aprenda PHP desde o princípio com este manual que abrange as
partes mais imprescindíveis.
• Workshop de PHP : outros artigos práticos mais avançados com a linguagem.

O que é Perl


É uma linguagem de programação muito utilizada para construir aplicações CGI para o web.
Perl é a abreviação de Practical Extracting and Reporting Languaje, que indica que trata-se de
uma linguagem de programação muito prática para extrair informação de arquivos de texto e
gerar informes a partir do conteúdo dos arquivos.
É uma linguagem de livre uso, isso quer dizer que é gratuita. Antes, estava bastante associada
à plataforma Uníx, mas atualmente está disponível em outros sistemas operativos como
Windows.
Perl é uma linguagem de programação interpretada, assim como muitas outras linguagens da
Internet como Javascript ou ASP. Isto quer dizer que o código dos scripts em Perl não se
compila e sim, que cada vez que se quer executar, se lê o código e se coloca em
funcionamento o que há escrito. Ademais é extensível a partir de outras linguagens, já que
desde Perl poderemos fazer chamadas a subprogramas escritos em outras linguagens.
Também desde outras linguagens podemos executar o código Perl.
Perl está inspirado a partir de linguagens como C, sh, awk e sed (alguns provenientes dos
sistemas Uníx), mas está enfocado a ser mais prático e fácil que estes últimos. É por isso que um programador, que tenha trabalhado com a linguagem C e outras, terá menos problemas
para entendê-la e utilizá-la rapidamente. Uma diferença fundamental de Perl em relação às
outras linguagens é que não limita o tamanho dos dados com os quais trabalha, o limite o
coloca a memória que nesse momento se encontra disponível.
Se quisermos trabalhar com Perl será necessário ter instalado o intérprete da linguagem. A
partir desse momento podemos executar CGIs em nossos servidores web. O processo para
conseguir pode variar de uns servidores a outros, mas costuma-se colocar em um diretório
especial do servidor chamado cgi-bin onde colocamos as correspondentes permissões CGI.
Ademais, os arquivos com o código também deverão ter permissão de execução.

O que é CGI


É o sistema mais antigo que existe para a programação das páginas dinâmicas de servidor.
Atualmente se encontra um pouco defasado por diversas razões entre as quais se destaca a
dificuldade com a que se desenvolvem os programas e a pesada carga que supõem para o
servidor que os executa.
Os CGI se escrevem habitualmente na linguagem Perl, entretanto, outras linguagens como C,
C++ ou Visual Basic podem também ser empregados para construí-los.
O funcionamento básico de um programa CGI é parecido ao apontado para o conjunto das
páginas dinâmicas do servidor, com algumas particularidades.
1. Realiza-se uma petição http, a qual podem acompanhar dados que chegam ou por um
formulário, ou também através da URL.
2. O servidor executa os programas CGI aos que se acessa e trabalha com os recursos
necessários para realizar as ações, como por exemplo, as bases de dados.
3. O programa CGI vai escrevendo na saída padrão, o resultado da execução do CGI, que
inclui etiquetas HTML, já que o que se escreve é uma página web.
Algumas desvantagens da programação em CGI são as seguintes:
• Os resultados se escrevem diretamente com o CGI, portanto o código do programa se
mistura com o do HTML tornando difícil sua compreensão e manutenção.
• Cada programa CGI que se coloca em funcionamento se faz em um espaço de memória
próprio. Sendo assim, se três usuários colocam em funcionamento um CGI ao mesmo
tempo, se multiplicará por três a quantidade de recursos que ocupa esse CGI. Isto
significa uma grave ineficiência.

O arquivo httpd.conf do Apache.


O arquivo httpd.conf é o arquivo principal de configuração do Apache, se encontra dentro do
diretório Conf, no diretório de instalação do Apache.
Em primeiro lugar, há que destacar que o arquivo está dividido em três seções, que são:
1º Parâmetros globais
2º Diretivas de Funcionamento
3º Host Virtuais
No arquivo se encontram todos os parâmetros de funcionamento do Apache. Alguns
parâmetros são gerais para a instalação e funcionamento do Apache. Muitos dos outros
parâmetros se podem configurar independentes para um conjunto de diretórios e/ou arquivos.
Nestes casos, os parâmetros se encontram localizados dentro de seções onde se indica o
âmbito de aplicação do parâmetro.
As seções mais importantes são:
<Directory> : Os parâmetros que se encontram dentro desta seção, só se aplicarão ao
diretório especificado e a seus subdiretórios.
<DirectoryMatch>: Igual ao Directory, porém aceita no nome do diretório expressões
regulares.
<Files>: Os parâmetros de configuração proporcionam controle de acesso dos arquivos pelo
seu nome.
<FilesMatch>: Igual ao Files, porém aceita expressões regulares no nome do arquivo.
<Location>: Proporciona um controle de acesso dos arquivos por meio da URL
<LocationMatch>: Igual ao Location, porém aceita expressões regulares no nomes do
arquivo.
Algumas vezes as diretivas de funcionamento das seções anteriores se podem cruzar em cujo
caso tenha a seguinte ordem de preferência:

1. <Directory> e .htaccess (.htaccess prevalece frente a <Directory>)
2. <DirectoryMatch> e <Directory>
3. <Files> e <FilesMatch>
4. <Location> e <LocationMatch>
Também há que destacar, que o arquivo contém vários comentários para sua correta utilização,
as linhas comentadas aparecem com o símbolo #.

Estrutura da instalação de Apache


Uma vez instalado o Apache, no diretório raiz da instalação, se encontrarão os seguintes
diretórios:
bin: arquivos executáveis do Apache.
conf: arquivos de configuração do servidor.
error: arquivos com as mensagens de erro do servidor, em várias linguagens.
htdocs: diretório raiz padrão do servidor (Salvam-se as páginas Web).
icons: diretório onde se encontram os ícones que o servidor utiliza (entre outras cosas para
mostrar estruturas de diretórios).
logs: diretório onde se armazenam os registros de acesso e erros do servidor.
manual: diretório onde se encontra o manual do Apache.

proxy: Diretório com os arquivos do cache do servidor.
Basicamente, as configurações do servidor residem dentro de dois arquivos, o de configuração
principal que se encontra dentro da pasta conf, com o nome httpd.conf, ou dentro de um
arquivo com o nome .htaccess que se pode encontrar dentro de qualquer diretório que se
encontre mapeado dentro do servidor. Dentro de cada um destes arquivos se localizam as
diretrizes de configuração. Muitas destas diretrizes de configuração se podem encontrar tanto
dentro do arquivo de configuração principal como dentro de um arquivo .htaccess. Os valores
das diretrizes que se encontram dentro de um arquivo .htaccess, prevalecem frente aos
valores de configuração especificados dentro do arquivo httpd.conf.

Instalação de Apache em Windows


O processo para instalar Apache em Windows é muito simples. Mais adiante, é possível que a
configuração do servidor possa se complicar um pouco, entretanto, se desejarmos utilizá-lo
com as funções habituais, não teremos maiores problemas em nenhum momento.
Download de Apache
O servidor web Apache pode ser baixado na página da Fundação Apache, em apache.org. Na
URL http://httpd.apache.org/ têm uma seção em particular para o servidor HTTP (Protocolo de
transmissão utilizado na web), na que teremos que buscar o link para download.
Uma vez na página de download devemos buscar a última versão estável ou a versão
recomendada. O servidor está disponível para sistemas Unix ou Windows, portanto nos
oferecerão diversas opções de download, inclusive para obter o código fonte do programa. Se
desejarmos instalá-lo em um sistema Windows, necessitaremos obter o arquivo Win-32 Binary,
que é um instalador Windows.
Instalação
Uma vez baixado, devemos instalá-lo em nosso sistema, executando o arquivo obtido.
Daremos passo a um assistente que nos guiará no processo de instalação do servidor. Durante
o processo nos perguntará o nome do domínio e do servidor, que podemos preencher com
"localhost". Pedirá também um endereço de e-mail, que podemos preencher com qualquer um
que desejarmos. Também nos pergunta se desejamos que o servidor responda no porto 80
para todos os usuários ou se desejamos que só se ative para o usuário atual no porto 8080,
quando se inicie manualmente. O normal é que o ativemos para todos os usuários.
Com estes dados o Apache fica inicialmente configurado. Em qualquer momento podemos
editá-los ao nosso gosto ou necessidades. Para isso, deveremos editar o arquivo httpd.conf,
que se encontra no diretório de instalação de Apache, que indicamos durante o processo de
instalação, mais concretamente, no subdiretório conf. Mais adiante neste manual poderemos
aprender as configurações mais habituais.

Nota: Devemos ir com cuidado de não ter outro servidor configurado para trabalhar no porto 80 (por
exemplo, o servidor IIS que vem as versões profissionais ou servidor de Windows). No caso de ter em
funcionamento outro servidor web durante a instalação, pode falhar e nos mostrar uma mensagem de
erro que indique isto precisamente, ou seja, que não podemos ter dois servidores ao mesmo tempo no
porto 80.
Para solucionar o problema basta com que paremos o IIS ou o outro servidor que estiver funcionando. O
IIS pode ser parado acessando ao Painel de controle - Ferramentas administrativas - Serviços de Internet
Information Server. A tela que sai é o console de administração do sistema. Aqui devemos desdobrar o
select da esquerda, clicando sobre o signo "+", até que encontremos o "website pré-determinado".
Colocamos em cima dele e apertamos o botão de STOP que está situado na barra de ferramentas do
console de administração. Também podemos encontrar uma opção para deter o serviço clicando com o
botão direito no "website pré-determinado".
Uma vez instalado, o Apache entra em funcionamento. Para controlar o Apache podemos
encontrar no botão de início, em programas, um novo grupo chamado "Apache HTTP Server",
com ícones para deter o servidor, colocá-los em funcionamento, editar o arquivo de
configuração httpd.conf ou para ver os logs de acesso. Também podemos ver na barra de
tarefas um novo ícone que indica que o Apache está funcionando e que oferece opções para
controlá-lo se clicarmos sobre ele.
Ver se está funcionando
Para comprovar que o servidor está ativo e funciona corretamente podemos abrir um
explorador e provar acessar à URL http://localhost, que é nosso próprio servidor. Se tudo tiver
ido bem observaremos a mensagem de boas vindas do servidor com algo como "Funciono! O
servidor Apache foi instalado nesta máquina!".

Arquitetura do servidor Apache parte 2


mod_ext_filter: passa o corpo da resposta através de um programa antes de enviá-la ao
cliente.
mod_file_cache: cachea uma lista estática de arquivos em memória.
mod_headers: personalização das petições HTTP e os cabeçalhos das respostas.
mod_imap: processo de imagens no lado do servidor.
mod_include: Documentos HTML gerados pelo servidor (Server Side Includes).
mod_info: proporciona uma visão compreensiva da configuração do servidor.
mod_isapi: Extensões ISAPI em Apache para Windows.
mod_ldap: pool de conexões LDAP e cache de resultados para a utilização de outros módulos
LDAP.
mod_log_config: registro das petições feitas ao servidor.
mod_logio: registro do número de bytes recebidos e enviados em cada resposta.
mod_mem_cache: Cache de conteúdos identificados por URI.
mod_mime: associa as extensões de petições dos arquivos com o comportamento do arquivo
(manejadores e filtros) e conteúdo (tipos mime, idioma, jogo de caracteres e codificação).
mod_mime_magic: determina o tipo MIME de um arquivo vendo uns poucos bytes do
conteúdo.
mod_negotiation: se proporciona para a negociação do conteúdo.
mod_proxy: servidor HTTP/1.1 proxy/gateway.
mod_proxy_connect: extensão de mod_proxy para o gerencimaneto das petições CONNECT.
mod_proxy_ftp: suporte FTP para mod_proxy.
mod_proxy_http: suporte HTTP para o módulo mod_proxy.
mod_rewrite: proporciona um motor de re-escritura baseado em regras que re-escrevem as
petições de URL's.
mod_setenvif: permite a configuração das variáveis de ambiente baseando-se nas
características da petição.
mod_so: carregamento do código executável e os módulos ao iniciar ou reiniciar o servidor.
mod_speling: tenta corrigir as URL mal postas pelos usuários, ignorando as maiúsculas e
permitindo até uma falta.
mod_ssl: criptografia avançada utilizando os protocolos Secure Sockets Layer e Transport

Layer Security.
mod_status: proporciona informação na atividade e rendimento do servidor.
mod_suexec: permite aos scripts CGI se executar com um nome e grupo específico.
mod_unique_id: proporciona variáveis de ambiente e um identificador único para cada
petição.
mod_userdir: diretórios específicos para usuários.
mod_usertrack: registro de atividade de um usuário no site.
mod_vhost_alias: Proporcionado para configurar muitos servidores virtuais dinamicamente.

Arquitetura do servidor Apache parte 1


O servidor Apache é um software que está estruturado em módulos. A configuração de cada
módulo se faz mediante a configuração das diretivas que estão contidas dentro do módulo. Os
módulos do Apache podem ser classificados em três categorias:
• Módulos Base: Módulo com as funções básicas do Apache
• Módulos Multiprocesso: são os responsáveis da união com os portos da máquina,
aceitando as petições e enviando aos filhos a atender às petições.
• Módulos Adicionais: Qualquer outro módulo que lhe adicione uma funcionalidade ao
servidor.
As funcionalidades mais elementares se encontram no módulo base, sendo necessário um
módulo multiprocesso para manejar as petições. Foram desenhados vários módulos
multiprocesso para cada um dos sistemas operacionais sobre os que se executa o Apache,
otimizando o rendimento e rapidez do código.
O resto de funcionalidades do servidor se consegue por meio de módulos adicionais que se
podem carregar. Para adicionar um conjunto de utilidades ao servidor, simplesmente há que
adicionar um módulo, de forma que não é necessário voltar a instalar o software.
Módulos Base e Módulos Multiprocesso:
core: Funções básicas do Apache que estão sempre disponíveis.
mpm_common: Coleção de diretivas que se implementam em mais de um módulo
multiprocesso.
beos: Módulo de multiprocesso otimizado para BeOS.
leader: Variável experimental de MPM.
mpm_netware: Módulo de multiprocesso que implementa um servidor web otimizado para
Novell NetWare.
mpmt_os2: MPM híbrido, multiprocesso e multithread para OS/2 .
perchild: Módulo multiprocesso que permite aos processos CGI servir as petições que se
atribuem a diferentes id de usuário.
prefork: Implementa um servidor sem threads.
threadpool: Variante experimental do módulo padrão de MPM .
mpm_winnt: Módulo multiprocesso otimizado para Windows NT.
worker: Módulo multiprocesso que implementa um híbrido multithread e multiprocessos de
servidor Web.

Módulos adicionais:
mod_access: proporciona controle de acesso baseando-se no nome do host do cliente, seu
endereço IP ou outras características da petição do cliente.
mod_actions: este módulo se utiliza para executar Scripts CGI, baseando-se no tipo de meio
ou o método de petição.
mod_alias: proporcionado para mapear diferentes partes do sistema de arquivos do servidor
na árvore de documentos do servidor, e para rede URL's.
mod_asis: envio de arquivos que têm seus próprios cabeçalhos http.
mod_auth: autenticação de usuário utilizando arquivos de texto.
mod_auth_anon: permite a usuários anônimos acessar a áreas autenticadas.
mod_auth_dbm: proporciona autenticação utilizando arquivos DBM.
mod_auth_digest: autenticação de usuário utilizando MD5.
mod_auth_ldap: permite a utilização um diretório LDAP para armazenar o banco de dados de
autenticação.
mod_autoindex: mostra os conteúdos de um diretório automaticamente, parecido ao
comando ls de Unix.
mod_cache: Cache de conteúdos indexados por URI's.
mod_cern_meta: Semântica de etiquetas meta do CERN.
mod_cgi: Execução de Scritps CGI.
mod_cgid: execução de Scripts CGI utilizando um CGI externo.
mod_charset_lite: para a especificação do jogo de caracteres das traduções.
mod_deflate: comprime o conteúdo antes de ser enviado ao cliente.
mod_dir: Proporcionado para redirecionamento e para servir os arquivos de listagem de
diretórios.
mod_disk_cache: Cache para armazenar conteúdos identificados por URI.
mod_echo: Um servidor simples de eco para ilustrar os módulos do protocolo.
mod_env: modificação do entorno que se envia aos scripts CGI e as páginas SSI.
mod_expires: Geração dos cabeçalhos http Expires, de acordo com os critérios especificados
pelo usuário.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Video Aulas Algoritmos e Lógica de Programação 2011





Exelente conteudo para quem esta começando a programar e até pra quem tem duvidas de lógica e algoritmos.

Apostila Programando em C/C++ a Biblia 1999




Crie programas C++ hoje mesmo usando o compilador Borland C++ Lite, incluído neste artigo
Domine a linguagem de programação C e migre sem dificuldade para C++
Aprenda a sobrecarregar funções fornecendo valores de parâmetros padrões e usando gabaritos para reduzir a codificação e ganhar tempo
Utilize as exceções de C++ para criar programas poderosos que respondam aos erros incomuns
Domine a programação para Windows, que inclui caixas de diálogo, arquivos de recurso, processamento de mensagens e muito mais
Use as classes da Biblioteca Standard Template para simplificar os programas complexos
Utilize os encadeamentos com base no Windows e a E/S assíncrona e depois avance para a E/S do mouse, portas e canais nomeados.

Link

Curso Interativo Programação Delphi 2010 2011






O Delphi é muito utilizado no desenvolvimento de aplicações desktop, aplicações multicamadas e cliente/servidor, compatível com os bancos de dados mais conhecidos do mercado. Entre as linguagens visuais que surgiram, nenhuma veio tão completa e bem acabada quanto o Delphi. Desde o início ele possuía um compilador capaz de gerar código diretamente executável pelo Windows, proporcionando uma velocidade de execução de 5 a 20 vezes maior que as linguagens interpretadas como o Visual Basic e Visual FoxPro que geravam executáveis P-code que precisam de arquivos auxiliares de run-time.
Os conhecimentos adquiridos no final deste curso são de criar programas em um ambiente visual, com acesso a banco de dados, tratamento de eventos e orientação a objetos.

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Microsoft SQL Server 2008







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"O sistema gerenciador de banco de dados traz desempenho e recursos presentes até nos mais caros concorrentes. Mas deixa a desejar pela ausência de documentação em português e painel de controle nativo"


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Disponível nos idiomas:  Inglês 
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

CONSTANTES ASP

Uma constante representa um valor fixo através de um identificador alfanumérico. Uma vez
definido, o valor não pode ser modificado.
Exemplo 6: const.asp:
<% @ LANGUAGE=VBSCRIPT %>
<% Option Explicit %>
<HTML><HEAD><TITLE>Curso ASP</TITLE></HEAD>
<BODY>
<% Const A
A = 560 <!--não pode mais ser modificado-->
%>
</BODY></HTML>
OPERADORES
Símbolos alfanuméricos para efetuar operações:
operador função
= atribuição / igualdade
<> diferença
< menor que
<= menor ou igual que
> maior que
>= maior ou igual que
+ soma / concatenação de strings
- subtração / negativo numérico
* multiplicação
/ divisão
\ divisão com resultado de número inteiro
Mod retorna o resto de uma divisão entre inteiros
^ exponenciação
& concatenação de strings
Is igualdade entre dois objetos
Obs.: Os valores envolvidos numa mesma operação devem ser do mesmo subtipo ou de subtipos
compatíveis.

Exemplo 7: oper.asp:
<% @ LANGUAGE=VBSCRIPT %>
<% Option Explicit %>
<HTML><HEAD><TITLE>Curso ASP</TITLE></HEAD>
<BODY>
<% Dim a, b, f, g, s
a = "1"
b = "2"
f = 1
g = 2
s = “letra”
%>
operações numéricas:<BR>
F + G = <% =f+g %><BR> <!--soma-->
G - F = <% =g-f %><BR><BR> <!--diferença-->
concatenação de strings:<BR>
A + B = <% =a+b %><BR><BR> <!--string+string-->
junção de número com string:<BR>
G + A = <% =g+a %><BR> <!--número + string numérica-->
G + S = <% =g+s %> <!--incompatibilidade = número + string alfanumérica -->
</BODY></HTML>
Para resolver esses problemas, algumas conversões de tipos podem ser utilizadas:
Função Conversão
CStr expressão => string
Cint expressão => integer
CLng expressão => long
Cbool expressão => booleano
Cbyte expressão => byte
Cdate expressão => date
CDbl expressão => double
CSng expressão => single
Exemplo 8: conver.asp:
<% @ LANGUAGE=VBSCRIPT %>
<% Option Explicit %>
<HTML><HEAD><TITLE>Curso ASP</TITLE></HEAD>
<BODY>
<% Dim a, b, aniver, hoje
a = "1" : b = "2"
aniver = #12/03/1992#
hoje = Date
%>
Operações:<BR>
A - B = <% =Cint(a)-Cint(b) %><BR>
A + B = <% =Cint(a)+Cint(b) %><BR><BR>
Idade:<BR>
Eu tenho <% =CLng(hoje-aniver) %> dias de vida<BR>
Farei 10000 dias de vida em <% =Cdate(aniver+10000) %>
</BODY></HTML>
SUBROTINAS
Pagina7
VBScript possui dois tipos de subrotinas: Sub e Function. Um Sub é um conjunto de comandos
associados a um identificador alfanumérico. Uma Function possui a mesma definição só que além
de
executar os comandos a ela associados, pode gerar um valor como resultado. Essas subrotinas
podem
ainda receber algum(s) valor(s) como parâmetro. Suas respectivas sintaxes:
Sub nome_procedimento([parâmetro(s)])
comando(s)
End Sub
Function nome_função([parâmetro(s)])
comando(s)
End Function
Exemplo 9: rotinas.asp:
<% @ LANGUAGE=VBSCRIPT %>
<% Option Explicit %>
<HTML><HEAD><TITLE>Curso ASP</TITLE></HEAD>
<BODY>
<% Function Soma(a,b)
Dim Resultado
Resultado = a + b
Soma = Resultado
end Function %>
<% Dim e
e = Soma(10,20) %>
<% Dim A,B
A = "Variável Global A"
B = "Variável Global B"
MudaB %>
Resultados da Sub:<BR>
Valor de A = <%=A%><BR>
Valor de B = <%=B%><BR><BR>
<% Sub MudaB()
Dim A
A = "Variável A no SUB"
B = "Variável B no SUB"
End Sub
%>
Resultados da Function:<BR>
Soma(10,20)= <% = e%><BR>
Soma(100,200)=<% =Soma(100,200) %>
</BODY></HTML>
Observe que o código para o SUB (ou Function) não precisa ser escrito antes de sua chamada.
INCLUDE FILES
Essa é mais uma das formas que existe para poupar trabalho dos programadores economizando
linhas de código. A idéia é criar um arquivo texto de qualquer extensão que contenha um conjunto
de
subrotinas. Essas, estarão disponíveis a qualquer página asp que faça referência a esse arquivo.
Existem duas formas de referenciar tal arquivo numa página ASP:
<!-- #INCLUDE VIRTUAL=”path_virtual/nome_arquivo” --> ou
<!-- #INCLUDE FILE=”path_fisico/nome_arquivo” -->

FUNÇÕES
Função Retorno
Abs (valor_numérico) módulo de um número
Fix (valor_numérico) parte inteira de um número
Int (valor_numérico)
parte inteira de um número
se valor < 0, imediatamente menor
Log (valor_numérico) logaritmo Neperiano de um número
Sqr (valor_numérico) raiz quadrada de um valor numérico
Date data atual
Time hora atual
Now data e hora atual
Day (valor_data) dia de uma determinada data
Month (valor_data) mês de uma determinada data
Year (valor_data) ano de uma determinada data
Weekday (valor_data)
dia da semana no formato numérico de
uma determinada data
Hour (tempo)
hora de uma determinada expressão
de tempo
Minute (tempo)
minutos de uma determinada
expressão de tempo
Second (tempo)
segundos de uma determinada
expressão de tempo
Asc (caractere) correspondente ASCII do caracter
Lcase (string) todos os caracteres minúsculos
Ucase (String) todos os caracteres maiúsculos
Len (String) número de caracteres de uma string
FormatCurrency (Valor Numérico) padrão moeda configurado no servidor.

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